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A mais feliz!

Eu vou pra casa, eu vou pra casa… Laralalala… Sou a mais feliz! Daqui a 2 semanas (exatamente) estarei na minha casinha linda! Esse post é só pra extravasar a minha ansiedade.

Iupiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!

Prix, a mais felix, quase chegando em Vix!

:D

Reflexões

Mais de 2 meses que esse blog está às moscas. Tadinho! Mas temos explicação. Camila estava atoladíssima com o TCC dela e eu… bem… eu estava (ou estou ainda, sei lá) em crise existencial por causa dos últimos acontecimentos em minha vida. Mas como diz o filósofo: tudo passa, até uva passa… Resolvi reaparecer porque exatamente daqui um mês estarei em casa, ao lado das pessoas que eu mais amo no mundo. Estou muito feliz por isso e resolvi compartilhar com… errr… com quer que seja que ainda olhe esse blog, rsrs…

Estou aqui há quase 9 meses… e fazendo comparações idiotas, acho que “nasceu” uma nova Priscila. Seis quilos mais gorda e com as bochechas seis vezes mais salientes. Estou uma bolinha, rs. Mas, exceto as mudanças físicas, muita coisa mudou na minha cabecinha confusa. Tive que me adaptar a uma nova vida, cheia de remédios e efeitos colaterais. Acho até que iniciarei um novo blog: umagrandefarmacia.wordpress, rs… Os remédios são ótimos: cumprem realmente seu papel. Fato confirmado qdo resolvi ficar sem tomar meu Viagra por 2 dias. Simplesmente eu não andava: eu me arrastava de tanto cansaço. Até pra virar na cama eu tava ofegante. Credo em cruz! Nunca mais repito essa façanha.

Esses dias minha mãe me falou: “Pq essa doença tinha que ser em vc? Podia ser comigo”. Esse tipo de pensamento é inútil, embora tenha passado pela minha cabeça tb: “Pq logo eu tenho que ter uma doença louca, em que eu mesma me ataco? Eu me amo tanto!” rsrs… Mas pq tem gente que tem câncer? Pq tem gente que é pobre/rico? Pq tem gente que é feia/bonita? Sei lá!!! A vida é feita de diferenças, ainda bem. E todo mundo tem que ter um problema. O meu é ter lúpus com hipertensão pulmonar.

E como um dos segredos da felicidade é encontrar coisas boas nas piores situações, posso dizer que, apesar das minhas novas limitações, sou uma pessoa privilegiada por ser rodeada de gente tão boa e que torce por mim; por descobrir que a vida é tão linda, que não vale a pena se desgastar por besteiras: o importante é viver intensamente os momentos e ser feliz SEMPRE. A cada dia eu peço a Deus que eu tenha um bom dia e agradeço, à noite, pelo dia abençoado e por não não ter sentido dor. É só isso que eu quero: ficar sem dor pra dar continuidade à minha vidinha. O resto eu corro atrás, rsrs…

Até o próximo post…

Ahh… E Camila arrebentou na apresentação do TCC. Tirou 10!!! Não assisti a apresentação, infelizmente, mas tenho certeza que foi com louvor. PARABÉNS, MIGA!

Priscila

Brainstorm

Aniversário; vida; saúde; alegria; dor; hospital; descobertas; doença; tristeza; remédios; limitação; cansaço; cara-de-lua-cheia; sol; protetor; dieta; mãe; família; amigos; saudades; solidariedade; meio ambiente; comunicação; jornalismo; estudo; trabalho; dinheiro; projetos; aprendizado; futuro; lavar; passar; cozinhar; dormir; ler; conversar; rir; chorar; boteco; balada; diversão; filmes; livros; shopping; amor; dúvidas; namoro; casamento; filhos; alegria; saúde; vida; aniversário… FELICIDADE!

Priscila, 24 anos!

Nostalgia…

Fico triste todo dia que ligo a tv

Fico triste ao ver a Xuxa tentando ganhar audiência com um programa para a “família” em pleno sábado de manhã

Fico triste pelas opções da Globo, que retira Os Simpsons da programação para colocar o enlatado Hanna Montana

Fico triste em pensar como a Record não se contenta em fazer uma porcaria de novela com mutantes e ainda assim vai dar continuidade a essa tragicomédia ridícula com algo do tipo “Mutantes – O retorno”

Fico triste ao ler que a Carla Perez quer ser atriz e diz que, além de textos de Molière e García Lorca, se inspira na Bíblia para interpretar (Mas, coitadinha, ela fica “ruborizada” com Nelson Rodrigues…)

Fico triste ao constatar que “A Dança do Créu” está em entre as letras mais acessadas do site Terra (Como se essa “música” tivesse “letra”..)

Fico triste a todo culto a celebridades instantâneas e enquanto verdadeiros mestres permanecem no anonimato para o grande público

 

Fico triste por ver o assassinato de uma criança de classe média se transformar em uma minissérie “pseudo-jornalística”, enquanto milhares de crianças morrem de fome por todo Brasil (e pelo mundo) e ninguém se importa

Fico triste ao passar por um mendigo na rua e fingir que não o vejo

Fico triste ao saber que os índices de educação do Brasil melhoraram, mesmo sabendo que na verdade tudo continua a mesma coisa

Fico triste ao saber que é considerado alfabetizado neste país quem sabe escrever o próprio nome

 

Fico triste por concordar com o Tom Zé e saber que faço parte dessa geração consumista, egoísta e hedonista

Fico triste por ter consciência desses fatos e não fazer nada mudar essa realidade

Fico triste por ficar triste com tudo isso…

 

(2 mês depois do último post… Só posso expressar meu sentimento de nostalgia nessa fase final de TCC…)

Cadê vc, Camila?

Camila, estamos sentindo falta dos seus posts. O que aconteceu? Nos abandonou? Amiga, não esqueça: temos um compromisso com nossos milhões de leitores. Imagine a tristeza deles ao acessar “umgandeboteco”, ansiosos por deleitar-se nos nossos divertidíssmos posts, e não encontrarem nada atualizado. Miga, miga… Se nosso digníssimo professor que tanto a ama descobre isso… Se bem que é capaz dele falar que eu é que sou uma péssima blogueira, afinal eu não sou peixe. Ficarei muito feliz o dia em conseguir ser um plâncton, hahaha…

Aproveitando o post nada com nada: as pessoas aqui falam que eu pareço carioca. Putz! Eu nem puxo o “s”. Dizem eles que é por causa do “r”, que é arrastado. Eles é que falam o “r” errado, ué, rsrsrs… Háaaaa… outra coisa que eu nunca tinha percebido: eles dizem que não uso as vogais no lugares certos. Por exemplo: eu falo “Vou à casa DE fulano”; “Isso é culpa DE ciclano” (segundo eles, era para ser “da” ou “do”); “Acho que beltrano deveria ir” (nesse caso teria que ter “o” ou “a” antes do beltrano). E outras frases que não me lembro. Isso é capixabês mesmo ou isso é priscilês? hahahaha… Alguém aí pode me responder?

:)

Bjim!

Priscila

Vida campineira

“Olha, que isso aqui tá muito bom
Isso aqui tá bom demais…”

:D

Priscila

Ajudando o mundo

“Você sabia que até o final deste ano letivo os graduandos da Unicamp terão usado, e jogado fora, quase 13 milhões de copinhos pásticos? Colocados um ao lado do outro, esses copinhos formariam uma fila de mais de mil quilômetros. Pra você ter uma idéia, se essa fileira começasse na Unicamp, ela terminaria praticamente em Porto Alegre.”

Hoje entrei na fila da calourada (que aqui são chamados de bixetes) pra ganhar uma caneca azul, hahahaha. A frase acima eu tirei do panfletinho que eles estavam entregando.

Eu, como uma boa profissional do meio ambiente que serei, preciso evitar o consumo dos copos plásticos diários no bandejão. Por isso, aderi à caneca azul cheia de patrocínios. Agora ela será minha escudeira fiel, ao lado, é claro, do meu protetor solar!

  :)

 Priscila

Peixe

Para comprovar a atração fatal que eu exerço sobre os professores (para me odiarem, é claro, hahaha) segue mais um relato das antigas, e que, obviamente, inclui a minha amiga de todas as horas Camila. Háaa… por falar nisso, temos que explicar que em muitos momentos de nossa vida somos mais conhecidas como Primila, hahaha… Mas isso é assunto para outro post.

Eis a história: A forma de avaliação de uma disciplina chamada Jornalismo Digital era a produção de um blog (com conteúdo jornalístico obviamente), porém de um mesmo assunto: Rock. A turma se dividiu e cada um foi apurar suas pautas. Eu e Camila listamos uma série de pautas e decidimos fazer as entrevistas juntas e dividir as matérias. Assim foi feito: fomos à Caverna do Simpson (ícone do rock alternativo capixaba, rs), entrevistamos o Simpson (gente boníssima), comemos empanadinhos e tomamos coca-cola (e saímos sem pagar, hahaha… Mas isso foi sem querer… Um dos 54879999 projetos da Primila Produções inclui voltar à Caverna do Simpson e pagar, hahaha) e saímos felizes da vida, cheias de histórias para contar.

A produção jornalística: Gravação copiada, trechos decupados, dividimos mais ou menos os assuntos e cada uma botou a mão na massa. Cada uma fez umas 5 matérias (que podem ser conferidas no tal site que a nossa turma produziu). Os textos foram exaustivamente escritos, lidos, corrigidos e reescritos. Tudo isso com os pitacos de ambas. Tudo o que eu fazia passava pela aprovação da Camila e vice-versa. Meu Deus! Quantos sinônimos tivemos que arranjar para “rock” e “Caverna”. O trabalho ficou ótimo. Resultado de uma parceria de sucesso: A Primila Produções, hahahaha…

A avaliação: A grande dúvida era: qual seria o critério do nosso professor? Quantidade de matérias? Conteúdo? Relevância? Bem, se fosse isso eu e Camila estaríamos com nosso 10 garantido. Mas qual não foi a minha surpresa quando, ao falar em voz alta as notas de toda a turma, ouço: “Camila… 10″; “Priscila… 9,0″. “COMO ASSIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM???? Injustiça! Prendam esse homem!!!”, foi o que pensei, hahahahaha…

O embate: No fim, ele perguntou: “Algum problema com a avaliação?”. Foi aí que eu perguntei: “Porque eu tirei 9,0 e Camila tirou 10? Só porque ela é seu peixe?”. Nossa! Como foi bom falar aquilo. Háaa… esqueci de falar que Camila é queridinha desse professor. Não tinha nada contra minha amiga/sócia ser amada pelo professor. Só queria justiça. E ele não foi justo e ponto final! Bem, eis que ele vem com a seguinte resposta: “Éeee… ham… bem… todo pai gosta mais de um filho do que de outro, né…”. PQP!!!!! Tinha uma resposta pior do que essa? Por causa dessa teoria do filho mais amado, eu é que acabei me ferrando. O bom é que ele acabou contribuindo para a elaboração desse post. Espero que ele fique feliz com isso.

Apesar de dar nota pela cara, ele foi o grande responsável por nos tornarmos blogueiras, hahahaha…

De qualquer forma, amoooooo minha amiga peixe!!!

Priscila

Dignidade

Porque será que eu sempre consigo despertar a antipatia de alguns professores? hahahaha… Só porque eu os ignoro quando fazem perguntas idiotas ou porque não dou a mínima para eles nos intevalos de aula e não faço o menor esforço pra puxar o saco deles? Não sei… Isso merece ser estudado.

Bem, o fato é que há dois sábados atrás eu cheguei de óculos escuros na sala. Eu estava com as maiores olheiras do mundo porque tinha saído na sexta e só dormi umas 3 horas antes de ir para a aula legal de Gestão do Meio Ambiente. Óbvio que as olheiras foram resultado de outras noites mal dormidas, mas isso não vem ao caso. O professor olhou pra mim, deu aquela risada e começou a falar: “Pois é… quando eu estudava aqui em Campinas eu também saía muito à noite. Mas eu tinha a dignidade de tirar os óculos escuros na sala!”. DIGNIDADE! Putz! Essa palavra acabou comigo. Tipo, eu já tava tirando os óculos… Que m…. Ele achava mesmo que eu iria assistir a aula daquele jeito? Fiquei INDiGNADA, isso sim, hahahaha… Mas como eu sou uma pessoa que segue os princípios do livro/filme “O Segredo” (faz de conta, hahaha) tentei não atrair vibrações negativas e me convenci de que aquele era mais um professor que tentava fazer gracinhas para se aproximar dos alunos e acabou usando uma palavra indevida. Enfim… nossa relação melhorou e eu até fui conversar com ele quando descobri que a esposa dele era jornalista e trabalhava na Globo News, hahaha… Contatos!!!

Priscila

Descrição inútil

Lendo os meus blogs favoritos (www.vidassecas.blogspot.com e www.imaginepensando.blogspot.com, rsrsrsrs…) cheguei à conclusão que o os meus posts estavam muito pobres de imagens. Resolvi então escrever algo com figurinha.

Mas antes de explicar o porquê dessa imagem tenho que explicar que desde que retornei à Campinas, no começo de janeiro, não estou fazendo as minhas gororobas durante a semana, pois, finalmente, recebi a carteirinha da Unicamp e posso almoçar no bandejão. Por apenas R$2,00 como todos os dias arroz, feijão, carne, salada, sobremesa e suco. A comida é bem gostosinha.

Bem, e comendo durante esses dias lá, cheguei à conclusão que o pessoal que serve a sobremesa me acha com cara de Magali. Eu sempre recebo o maior pedaço de melancia. A minha bandeja chega a ficar desequilibrada, hahaha…

E aproveitando o post sem muito conteúdo filosófico, vou contar as coisinhas que são diferentes lá, em relação ao bandejão da Ufes. Começando pelo fato de que somente alunos comem pelo preço de R$2,00 (visitantes pagam R$6,30). Cada um tem seu cartão com um chip, que tem todas as suas informações para acesso às bibliotecas (que são várias… cada Instituto tem a sua, além da Biblioteca Central) e também os créditos para almoço. Então chegamos, passamos o cartão numa máquina, que come R$2,00 por dia, e entramos para almoçar. Alem das coisinhas básicas de um almoço, tem pãozinho francês e comidinhas extras para quem gosta de comida integral, e uma farofa mto sem gosto de soja. A salada não é limitada, como na Ufes. Cada um pega o quanto quiser. O mesmo para o suco. Tem os copos e as máquinas de suco. Pode pegar várias vezes. E para finalizar, as bandeijas são deixadas em uma esteira rolante que leva até à cozinha.

Inútil esse post, né? hahahaha… É que tô enrolando pra estudar o processo de refino do petróleo. Mas acho que já deu, hahaha… Háaaa… só mais uma coisa: em um restaurante universitário com dezenas de pessoas, as abelhas só aparecem no meu copo de suco. Ontem até deixei um copo só pra elas e peguei outro. Não satisfeita com o copinho dela, a abelha invadiu o meu outro copo. Mereço, né? Vai ser doce assim lá longe, hahaha…

OBS: farei mais descrições detalhadas de coisas inúteis nos próximos posts. :)

Priscila

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