Momento nostalgia. O post de hoje é para registrar as minha idiotices da infância. Porque eu pensava certas coisas? Em que momento eu deixei de pensar isso? Sei lá. Enfim, aqui vai uma relação de coisinhas que lembrei.
Morte: Eu achava que quando uma pessoa morria, ela teria que ficar de braços abertos, como Jesus. Ou seja: se a pessoa estivesse estribuchada no chão sem os braços abertos, ela não estava morta. Fácil, né!?
Separação dos meus pais: Eu não entendia porque o relacionamento dos meus pais não dava certo, afinal ele era de peixes e minha mãe de aquário. Uma combinação perfeita!
Elevador: Demorou para eu entender a lógica das setinhas do elevador. Para garantir que ele iria parar no meu andar, eu apertava “para cima” e “para baixo” ao mesmo tempo.
Mas minha infância não foi só besterol. Tive momentos brilhantes. Por exemplo: descobri sozinha como era o esquema de colocar as horas depois do meio-dia. Eu ficava pensando: se 14h são 2h da tarde, 15h são 3h e assim por diante, é só eu pegar o último número e diminuir 2. Tenho orgulho disso!
E tem também as lembranças da minha avó, que guardo com muito carinho. Sempre que fazíamos galinha lá em casa ela pegava um ossinho em formato de V (que eu não sei de que parte da galinha é) e fazia um joguinho comigo: jogava p cima e deixava cair no chão; aí o lado que caísse para o meu lado eu segurava e ela fazia o mesmo; e então as duas puxavam; a que ficasse com a maior parte ganhava… experiência, hahaha… Outra coisa: dia 13 de dezembro é dia de Santa Luzia. Sempre no dia 12 minha avó falava pra eu colocar o pratinho com capim na sala porque Santa Luzia iria passar com seu cavalinho. Ela iria pegar o capim e deixar doces pra mim. E no dia 13 eu levantava correndo e ía ver o pratinho. Era uma felicidade danada! Ah… ela também fazia ovos cozidos coloridos na Páscoa. Mas isso eu nunca fui muito fã, rsrs…
Minha infância foi muito boa!
Priscila